Escrever algo que me descreva:
Ora... um tant' ou quanto difícil de fazer.
Quem sou eu? Eu sou alguém que diz o que sente perante um teclado,
perante uma folha, uma caneta ou até mesmo um simples lápis. (Romântica? Talvez. Sonhadora? Nem por isso.)

Vivo um dia de cada vez, escrevo quando surge a vontade e escrevo sobre... (reflexão) tudo um pouco, é a resposta!
Problemas do dia-a-dia, acontecimentos, paródias, sentimentos, etc.
Como todas as escritas, algumas saem,
que até fico impressionada comigo própria,
outras saem uma “caca”, sem ponta por onde se lhes pegue.


Deixar boa impressão de leitura, não, não é o que pretendo
com este sítio onde exponho os meus sussurros,
mas aqui fica o recado, se passares por cá deixa
o teu murmurinho.

sábado, 20 de novembro de 2010

Quando a infância se vai...


Sem ideias, nem vontades, por estes lados vagueio e lá se vão as pequenas liberdades, a infância que não cresce mas arrefece, perde-se a simplicidade da nossa cabecinha e foi-se a alegria que tinha, resta apenas a lembrança, que nos diz o quanto é bom recordar, fica também a esperança de um dia a poder reviver e não apenas relembrar. Situações complicadas, alegrias vividas, incondicionais, únicas e irrepetíveis.
Anos de vida, vivências passadas, amizades perdidas, família egoísta, cada um para seu canto, que dá lugar a um holograma, onde estou só, apenas comigo. Viver um dia, contar as horas para voltar ao meu inconsciente, onde já nem sonho, não crio momento deprimente, devido a isso, o sono é aquele que não me atormenta, que me deixa no meu canto e onde só se denota o descanso.
Ainda assim, a rotina vence, ela manda e o consciente obedece e com esta constante o tempo correu, uma passagem repentina, mas que no fundo parece não ter fim.
A infância, essa voou, e agora esta época da minha vida estagnou, não pertenço onde estou, não vejo rumo na minha vida, não vejo cair esta cortina e no entanto eu quero ter mais do que tenho, quero mais vivencia do que aquilo que vivo, quero conhecer o mundo lá fora e ser eu e ele, quero dar um rumo à minha vida e não depender dos progenitores para a minha sobrevivência.
Ter a minha casinha, a minha rotina, o meu carro e caso apareça quero a minha alma gémea, quero paz, tranquilidade e amor, tirar de mim o inconstante, as guerras, a infelicidade e o pavor.
Quero deixar os erros para o raciocínio e o correcto para o agir, quero escolher o caminho certo, e seguir o percurso mais correcto, não dar atenção a quem não me quer bem e que me passa por um ser alheio, valorizar o verdadeiro assim como ajudá-lo em tudo o que for necessário.
Não esquecer nunca a menina que há em mim, valorizá-la sempre, pois esta é a grande parte do meu ser, é o que faz de mim viva, o que não me deixa desfalecer, o que me dá cor à vida, ou seja aquela que nunca quero perder.
Pareço infantil, mas a minha infância já a perdi, agora em tudo existe raciocínio e pensamento, e não a coragem de seguir em frente sem medo, prevalece a vontade de ter miminho, atenção e carinho, outra coisa que tenho como objectivo no meu caminho!!!

2 comentários:

Luís Magalhães disse...

Um dia hás-de encontrar o teu caminho,o sentido da tua vida que tanto procuras e mt paz e felicidade. Tens de acreditar que esse dia chegará!
A infância foi-se mas a vida é mesmo assim. Resta apenas recordá-la, embora pareça insuficiente. No entanto,não tem mal revelar a criança em nós =)

Alexandra Sousa disse...

É verdade Luisito!
Bjnho *

A minha foto
Uma boa pergunta, de difícil resposta, mas posso dizer que sou uma formiga entre MUITAS outras, que vagueiam neste Planeta designado Terra...