Escrever algo que me descreva:
Ora... um tant' ou quanto difícil de fazer.
Quem sou eu? Eu sou alguém que diz o que sente perante um teclado,
perante uma folha, uma caneta ou até mesmo um simples lápis. (Romântica? Talvez. Sonhadora? Nem por isso.)

Vivo um dia de cada vez, escrevo quando surge a vontade e escrevo sobre... (reflexão) tudo um pouco, é a resposta!
Problemas do dia-a-dia, acontecimentos, paródias, sentimentos, etc.
Como todas as escritas, algumas saem,
que até fico impressionada comigo própria,
outras saem uma “caca”, sem ponta por onde se lhes pegue.


Deixar boa impressão de leitura, não, não é o que pretendo
com este sítio onde exponho os meus sussurros,
mas aqui fica o recado, se passares por cá deixa
o teu murmurinho.

sábado, 20 de novembro de 2010

Ver a vida...


O modo como via a vida era como um pássaro que tem todo o céu para poder voar, sem responsabilidades, sem deveres nem direitos, sem obrigações ou preconceitos, não depender deste ou daquele para sobreviver.
Hoje vejo-a como uma obrigação, algo que não depende de mim mas de alguém superior a todos nós que nos obriga a viver esta tenebrosa rotina, que não deixa fugir à regra, que nos faz iludir em algo que não vai acontecer.
E amanhã irei ver a vida como algo que ma faz ganhar o monetário, em troca de trabalho com grade horário, mas que permitirá ter o que nos pertencer, irei ou não ter a minha família e prender-me a ela, pois será o mais importante, o que mais uma vez não dependerá apenas de mim, mas também de mais outra pessoa e mais, “alguém”.
Não sei quando a morte me irá bater à porta daí a filosofia: temos de aproveitar cada dia desta vida. Um à parte, esta e outras filosofias, não passam de serenidades de vida, que nos dirigem o modo de viver e como a devemos tratar.
Assim como uns vivem para criar, outros para se perderem, e outros para verem o dia da morte chegar
Acrescento que não tenho nada nesta vida, nem dona de mim sou. O pouco que vejo na minha mão, é tipo part – time, conforme vem, vai, e muitas vezes não deixa margens para voltar. Talvez seja falta de ambição ou lutar pela vida. Não sei, é complicado explicar, até mesmo falar, exercitar a mente começa a doer, é puxado, a vida passa mas tudo se mantém ou tende mesmo para piorar.
A teoria: "já nada faz sentido", começa-se a valorizar…

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Uma boa pergunta, de difícil resposta, mas posso dizer que sou uma formiga entre MUITAS outras, que vagueiam neste Planeta designado Terra...