O modo como via a vida era como um pássaro que tem todo o céu para poder voar, sem responsabilidades, sem deveres nem direitos, sem obrigações ou preconceitos, não depender deste ou daquele para sobreviver.
Hoje vejo-a como uma obrigação, algo que não depende de mim mas de alguém superior a todos nós que nos obriga a viver esta tenebrosa rotina, que não deixa fugir à regra, que nos faz iludir em algo que não vai acontecer.
E amanhã irei ver a vida como algo que ma faz ganhar o monetário, em troca de trabalho com grade horário, mas que permitirá ter o que nos pertencer, irei ou não ter a minha família e prender-me a ela, pois será o mais importante, o que mais uma vez não dependerá apenas de mim, mas também de mais outra pessoa e mais, “alguém”.
Não sei quando a morte me irá bater à porta daí a filosofia: temos de aproveitar cada dia desta vida. Um à parte, esta e outras filosofias, não passam de serenidades de vida, que nos dirigem o modo de viver e como a devemos tratar.
Assim como uns vivem para criar, outros para se perderem, e outros para verem o dia da morte chegar
Acrescento que não tenho nada nesta vida, nem dona de mim sou. O pouco que vejo na minha mão, é tipo part – time, conforme vem, vai, e muitas vezes não deixa margens para voltar. Talvez seja falta de ambição ou lutar pela vida. Não sei, é complicado explicar, até mesmo falar, exercitar a mente começa a doer, é puxado, a vida passa mas tudo se mantém ou tende mesmo para piorar.
A teoria: "já nada faz sentido", começa-se a valorizar…

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